Quarta-feira, Fevereiro 5, 2025

Em São João da Boa Vista desafio problemático do Tik Tok causa transtorno nas escolas

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Rafael Arcuri
Rafael Arcuri
Rafael é o fundador e responsável pelo Jornal Fala São João, presente desde sua criação em 2012. Com uma atuação destacada no jornalismo, Rafael já publicou mais de 6.000 artigos, cobrindo uma ampla gama de assuntos, como notícias de última hora, ocorrências policiais e análises políticas, sempre comprometido em informar e conectar a comunidade de São João da Boa Vista e região.

Onda de fake news sobre massacre deixa escolas, famílias e polícia em alerta; alunos picham ameaças e as publicam em redes sociais, aterrorizando pais e forçando investigação da polícia

As fake news são um perigo em todos os setores, não apenas na política. Aqui no Brasil, surgiu agora uma onda de fakes, desde o começo de abril, assustando pais, professores e alunos em todo país, mobilizando o país e o poder público.

Diante dos fatos uma comissão de pais de alunos de São João da Boa Vista pretende solicitar na câmara municipal um protocolo de segurança para escolas públicas e privadas.

Nossa redação tentou contato com as escolas mencionadas no áudio divulgado no WhatsApp, segundo uma pessoa que não quis se identificar as escolas não podem publicar nenhuma nota de esclarecimentos em exigência do Governo Estadual.

Conforme matéria publicada na Folha de S. Paulo, o padrão é sempre o mesmo: o aluno  picha em algum lugar da escola, normalmente no banheiro: “Massacre dia X”. A maioria tira foto, apaga a frase e depois publica nas redes sociais ou distribui em grupos de WhatsApp, usualmente em um perfil anônimo.

Suposta pichação em banheiro de escola em São João da Boa Vista (imagens redes sociais).

A veiculação da mensagem acaba por chegar aos pais e à escola, provocando um clima de apreensão. Por precaução, os colégios acabam fazendo um boletim de ocorrência, deixando a investigação a cargo das forças públicas.

Na maioria das vezes não é possível identificar o pichador e o caso fica sem solução. Nem mesmo as câmeras de segurança ajudam, uma vez que é proibido colocar monitoramento nos banheiros. Já em casos em que os responsáveis foram descobertos, todos deram a mesma explicação: uma brincadeira para assustar a comunidade escolar.

Essa onda de fake news a respeito de massacres em escolas surgiu nos Estados Unidos, em dezembro passado, quando grupos passaram a divulgar essas mensagens pelo aplicativo TikTok. Lá, no entanto, são comuns esses atos de violência, como o ocorrido recentemente em uma escola em Uvalde, no Texas, quando um jovem de 18 anos matou a tiros ao menos 19 crianças e 2 adultos.

Polícia investiga se o massacre na creche em Blumenau, que deixou 4 crianças mortas em 05/04 tem ligação com a onda de fake news.

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