Sexta-feira, Março 6, 2026

CCJ da Câmara analisa projeto que aumenta penas para falsificação de vacinas

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Rafael Arcuri
Rafael Arcuri
Rafael é o fundador e responsável pelo Jornal Fala São João, presente desde sua criação em 2012. Com uma atuação destacada no jornalismo, Rafael já publicou mais de 6.000 artigos, cobrindo uma ampla gama de assuntos, como notícias de última hora, ocorrências policiais e análises políticas, sempre comprometido em informar e conectar a comunidade de São João da Boa Vista e região.

CCJ da Câmara analisa projeto que aumenta penas para falsificação de vacinas

Proposta criminaliza com mais rigor os crimes de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos e medicinais.

Está na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2506/2020, que aumenta as penas para quem falsificar vacinas. A proposta também criminaliza com mais rigor os crimes que envolvem falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de todos os produtos destinados a fins terapêuticos e medicinais.

Segundo o autor do projeto, deputado federal Jerônimo Goergen (Progressistas-RS), a iniciativa visa coibir essas irregularidades, que tiveram um crescimento significativo durante a pandemia da Covid-19. “O crime organizado se aproveita justamente desses momentos de crise sanitária para ampliar seus tentáculos. E os insumos medicinais acabam atraindo a atenção dessas quadrilhas, que roubam vacinas, falsificam imunizantes, desviam e superfaturam esses produtos”, argumentou o parlamentar.

Pelo texto original da proposta, as penalidades deste tipo penal passam dos atuais 10 (dez) a 15 (quinze) anos de reclusão e multa, para 20 (vinte) a 30 (trinta) anos e multa. No entanto, o relator da proposta, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), colocou em seu substitutivo a pena de 12 a 20 anos de prisão e multa. “Acho que o mais importante é que o relator deu parecer favorável à proposta. Entendo que podemos chegar num acordo sobre a proporção mais adequada para estes tipos penais. Só não podemos assistir a essa escalada criminosa”, afirmou Jerônimo.

O parlamentar lembra que já estão em curso investigações de casos que se encaixam perfeitamente dentro do escopo do projeto. “A tal falsa enfermeira que aplicou supostas vacinas contra a Covid-19 em empresários de Belo Horizonte serve de exemplo. O sumiço e o roubo de imunizantes de postos de saúde, a falsificação de álcool gel, o superfaturamento na compra de respiradores e máscaras faciais, todo esse rol de delitos são abarcados pelo meu projeto”, finalizou o parlamentar.

Assessoria de Imprensa
Deputado Federal Jerônimo Goergen (Progressistas-RS)

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