Sexta-feira, Fevereiro 13, 2026

Operação recupera R$ 10 mil em videogames desviados de e-commerce, empresa de São João é vítima

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Rafael Arcuri
Rafael Arcuri
Rafael é o fundador e responsável pelo Jornal Fala São João, presente desde sua criação em 2012. Com uma atuação destacada no jornalismo, Rafael já publicou mais de 6.000 artigos, cobrindo uma ampla gama de assuntos, como notícias de última hora, ocorrências policiais e análises políticas, sempre comprometido em informar e conectar a comunidade de São João da Boa Vista e região.

Agente de entregas é investigada por apropriação indébita; produtos foram localizados em três cidades da região.

Uma empresa revendedora de videogames com sede em São João da Boa Vista foi vítima de um esquema de desvio de mercadorias compradas por meio de e-commerce. O caso veio à tona após a não entrega de um lote de consoles adquirido pela internet via e-commerce.

A investigação foi conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Casa Branca, que, nesta quinta-feira (12), recuperou mercadorias avaliadas em aproximadamente R$ 10 mil. A ação integra a Operação Pré-Carnaval, que intensifica o combate a crimes patrimoniais na região.

De acordo com a Polícia Civil, a suspeita de Casa Branca, que atuava como agente de entregas para uma empresa de e-commerce. Durante o exercício da função, ela teria se apropriado de diversos produtos, deixando de realizar as entregas aos destinatários finais.

As apurações apontam que, após o desvio, os itens eram revendidos de forma irregular a terceiros. Parte das mercadorias foi localizada nas cidades de Casa Branca, Vargem Grande do Sul e São João da Boa Vista. Alguns produtos estavam com compradores que teriam adquirido os objetos sem, a princípio, conhecimento da origem ilícita.

Mesmo com parte dos itens já comercializada, o trabalho investigativo permitiu a recuperação das mercadorias, incluindo videogames e outros produtos eletrônicos de alto valor agregado, frequentemente comercializados em plataformas de comércio eletrônico.

A suspeita deverá responder por apropriação indébita, podendo haver novos enquadramentos penais conforme o avanço do inquérito. Já os compradores poderão ser responsabilizados por receptação, caso fique comprovado que sabiam da procedência irregular dos produtos.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar possíveis outros envolvidos e verificar se há mais mercadorias desviadas no esquema.

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