Um casal foi preso por armas em Casa Branca na tarde de segunda-feira (24), durante uma operação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Um homem de 53 anos e uma mulher de 43 foram detidos em flagrante sob suspeita de comercializar ilegalmente armas de fogo e munições em um imóvel localizado na zona rural do município.
A ação começou depois que a Polícia Civil recebeu uma denúncia anônima pelo canal 181. Durante as diligências no imóvel indicado, os investigadores encontraram quatro armas de fogo sem registro, além de uma grande quantidade de munições.
Armas e munições estariam separadas em kits
De acordo com o delegado da DIG de Casa Branca, Wanderley Fernandes Martins Júnior, o material encontrado no imóvel era organizado em kits destinados à comercialização.
Segundo as informações fornecidas pela Polícia Civil, as armas e munições seriam vendidas aos compradores dessa forma.
A apreensão passou a integrar o material da investigação e deverá auxiliar a Polícia Civil na apuração da origem das armas, da destinação das munições e das circunstâncias envolvendo a suspeita de comércio ilegal.
O material divulgado até o momento não detalha os calibres das quatro armas nem informa a quantidade exata de munições apreendidas.
Denúncia anônima levou policiais ao imóvel
A operação teve início após uma comunicação realizada por meio do Disque Denúncia 181, canal utilizado para o recebimento de informações anônimas relacionadas a possíveis crimes.
A partir da denúncia, investigadores da DIG realizaram diligências até chegar ao imóvel situado na área rural de Casa Branca.
No endereço, conforme informado pela Polícia Civil, foram encontrados os armamentos sem registro e as munições.
Os dois moradores acabaram presos em flagrante e conduzidos para os procedimentos policiais.
Suspeitos foram encaminhados para cadeias diferentes
Depois do registro da ocorrência, o homem de 53 anos foi encaminhado para a Cadeia Pública de Casa Branca.
Já a mulher, de 43 anos, foi transferida para a Cadeia Pública de São João da Boa Vista. Os dois permaneceram à disposição da Justiça enquanto aguardavam a audiência de custódia, prevista para terça-feira (25).
A investigação deverá prosseguir para esclarecer a procedência das armas e identificar eventuais outras pessoas relacionadas à suposta comercialização.

